Economia Criativa

Sendo uma das ferramentas de transição da sociedade para passar da era do consumo para a era da experiência, a economia criativa surgiu para dar espaço a imaginação e criatividade.

Vendendo ideias e soluções para o cotidiano das pessoas ao redor do mundo. Essa transformação se deve em função da necessidade de se modificar os conceitos tradicionais das indústrias que estão ultrapassadas, prestes a um colapso.

A criação de valores é condição fundamental, trazendo retornos expressivos para as marcas que se engajam neste propósito. Sempre bom salientar, que a principal matéria prima utilizada neste tipo de economia é a criatividade, a inovação e o capital intelectual. Resumindo: é o “pensar fora da caixa” que gera novos valores econômicos e financeiros.

O setor aqui explanado apresenta franco desenvolvimento, tendo base nas tendências de consumo que apontam para o sucesso absoluto.

Diversos negócios, das mais variadas naturezas podem entrar nesta onda, a exemplo das áreas de arquitetura & design, games, mercado publicitário, música, cinema, artesanato, dança & teatro, edição de livros, comunicação de mídias (rádios, tvs, jornais, revistas e internet), além das mais diversas consultorias que existem no mercado.

A explosão da economia criativa se faz em decorrência da mudança do comportamento de consumo das pessoas. É a transição da sociedade da era do consumo para a era da experiência.

As novas gerações têm hábitos de consumo completamente diferente das gerações mais antigas, onde o consumo desenfreado era praticado livremente e sem consciência.

A partir do momento que as pessoas possuem uma visão de consumo mais sustentável, preocupadas com a origem dos produtos e com propósito é fácil entender a transformação para a era da economia criativa.

Com isso, novas e novas oportunidades estão surgindo através de startups ou de empresas já consolidadas no mercado convencional.

Não resta dúvida que esse é o caminho natural do futuro da economia.  Contudo, haverá a necessidade de um maior engajamento entre as pessoas, os governos e os empresários, todos pensando no bem comum que é o nosso planeta.

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